E eu respondi: "Não existem príncipes encantados, ninguém é perfeito"
Mas depois ela disse: "Já não acredito no amor!"
Agora que penso nisso, o que ela queria dizer era: "Como não existem príncipes encantados, então não há amor".
E agora dou comigo a reflectir sobre os conceitos. Os conceitos que aprendemos desde tenra idade e que quando falham deitam por terra o que mais importante é para nós.
Isto aplica-se ao conceito do "príncipe encantado" e a todos os outros que aprendemos. A dada altura, ou optamos por estar sempre a sofrer golpes por as coisas e pessoas não corresponderem às ideias que temos interiorizadas do que elas devem ser, como devem ser, ou conseguimos tomar a iniciativa, ter a coragem e a humildade suficientes para alterar a perspectiva sob a qual vemos as coisas. Muitas vezes coloco-me no lugar de observada, como se estivesse fora de mim ou então, quando alguém me fere, analiso essa pessoa não com base no que ela me fez sentir mas procurando ver com os olhos dela, perceber com que sentimentos agiu perante determinada situação.
No caso da minha amiga, por exemplo, diria que ela deve valorizar-se em primeiro lugar, não colocar a felicidade dela dependente de uma relação e, conseguindo estar em paz com ela própria, vai conseguir perceber se quer mesmo aquele homem, se ele a faz sentir feliz, com todas as suas imperfeições, ou se ela está insatisfeita e aceita sair daquela relação para... estar sozinha por uns tempos, sem se lançar nos braços de um "príncipe encantado" mas também sem ficar um "coração de pedra", fechada para tudo de bom que o mundo tem para oferecer.
Eu também tenho os meus conceitos e estou sempre a descobrir que eles têm de se adaptar aqui e ali porque... eles são conceitos, não são a realidade. O primeiro passo para mudar a realidade é mudar a forma como a encaramos. Ao procurarmos ver algo de outro ponto de vista, o que sentimos muda, vemos que existem outras soluções.
Isto é fácil de dizer mas o facto é que quando as coisas acontecem as primeiras acções são sempre impulsivas e, muitas vezes, em lugar de resolver a questão, só pioram. Viver bem é um exercício permanente.
Isto aplica-se ao conceito do "príncipe encantado" e a todos os outros que aprendemos. A dada altura, ou optamos por estar sempre a sofrer golpes por as coisas e pessoas não corresponderem às ideias que temos interiorizadas do que elas devem ser, como devem ser, ou conseguimos tomar a iniciativa, ter a coragem e a humildade suficientes para alterar a perspectiva sob a qual vemos as coisas. Muitas vezes coloco-me no lugar de observada, como se estivesse fora de mim ou então, quando alguém me fere, analiso essa pessoa não com base no que ela me fez sentir mas procurando ver com os olhos dela, perceber com que sentimentos agiu perante determinada situação.
No caso da minha amiga, por exemplo, diria que ela deve valorizar-se em primeiro lugar, não colocar a felicidade dela dependente de uma relação e, conseguindo estar em paz com ela própria, vai conseguir perceber se quer mesmo aquele homem, se ele a faz sentir feliz, com todas as suas imperfeições, ou se ela está insatisfeita e aceita sair daquela relação para... estar sozinha por uns tempos, sem se lançar nos braços de um "príncipe encantado" mas também sem ficar um "coração de pedra", fechada para tudo de bom que o mundo tem para oferecer.
Eu também tenho os meus conceitos e estou sempre a descobrir que eles têm de se adaptar aqui e ali porque... eles são conceitos, não são a realidade. O primeiro passo para mudar a realidade é mudar a forma como a encaramos. Ao procurarmos ver algo de outro ponto de vista, o que sentimos muda, vemos que existem outras soluções.
Isto é fácil de dizer mas o facto é que quando as coisas acontecem as primeiras acções são sempre impulsivas e, muitas vezes, em lugar de resolver a questão, só pioram. Viver bem é um exercício permanente.
2 comentários:
Sim, sim e sim... :)
:))
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